
quarta-feira, 11 de maio de 2011
A Vida.

Amor Distante.

O amor sempre vem quando se chama...
Não esta o físico ao lado, na cama...
Mas o espírito vem, sente-se dele, a flama...
A ausência não é nada na força de um amor,
temos da presença a vida, o calor...
Sentimos sempre um carinho de beijo, seja como for...
temos que saber viver o que temos, à alma dar valor.
É só saber sentir a presença do ausente...
É algo que não temos, mas se presente...
Fechando os olhos, sentimos o amor perto da gente...
Basta de verdade amar, para sentir a presença do ausente...
Responda agora...o que é a distância para quem ama?
Macial Salaverry
domingo, 3 de abril de 2011
sábado, 2 de abril de 2011
As Atitudes Tudo ou Nada

As Atitudes Tudo ou Nada
Percebo que as pessoas que decidem
transformar sua vida
desenvolvem um tipo especial de atitude.
Elas se empenham em cada ação
como se a vida inteira dependesse desse esforço.
Elas vêem a construção do futuro como a única forma de viver
como fazem os oficiais com seus soldados
em situações desfavoráveis de batalha.
Em outras palavras,
decidem queimar as pontes que permitem retroceder.
Nessas decisões radicais, é importante assumir,
também, um comportamento radical.
Nos grupos de Alcoólicos Anônimos fala-se muito
sobre o perigo de tomar um único copo de bebida,
pois a decisão de parar de beber tem que vir
acompanhada de uma atitude do tipo tudo ou nada.
Uma pessoa dependente dos pais que resolve morar sozinha
não pode mais chegar atrasada ao emprego
porque perdeu a hora.
Terá, pelo menos, de comprar um despertador eficaz
porque não haverá ninguém para acordá-la toda manhã.
Um empresário que está à beira da falência
não pode continuar gastando sem nenhum controle.
A decisão de partir para o tudo ou nada
é somente o primeiro passo.
Depois da decisão, precisa haver atitude.
Há pessoas que se casam,
mas querem levar a vida de solteiras.
Resultado: o casamento fracassa.
Há pessoas que decidem ter filhos,
mas querem continuar a viver
como se os filhos não existissem.
Resultado, teremos crianças órfãs de pais vivos.
Lembre-se, há dois tipos de atitudes:
as atitudes tudo ou nada
e as atitudes mais ou menos.
Uma atitude mais ou menos sempre leva
a um resultado medíocre.
É importante entender com toda clareza que,
durante um processo de transformação radical,
a atitude de fazer um pouco de cada vez
nos trará resultados muito parecidos aos que teríamos
se não fizéssemos nada.
Quem quer fazer uma revolução na vida
precisa tomar uma atitude radical.
E, quando se toma uma decisão radical,
é preciso continuar caminhando
pela estrada que escolhemos com comprometimento,
determinação e fé.
Nossas atitudes devem ter a mesma intensidade
das decisões que tomamos.
Uma atitude tudo ou nada é mergulhar em um novo amor
como se sua respiração dependesse
da respiração do seu companheiro.
É sair da casa dos pais e cuidar de suas responsabilidades
como se houvesse apenas você no mundo
para pagar suas contas.
É aprender uma nova profissão
como se sua vida dependesse dessa empreitada.
É abraçar o novo emprego como se essa fosse
a última oportunidade de sua vida.
Porque é preciso correr atrás de nossos objetivos
com a determinação de um faminto
que anseia por um prato de comida.
Buscar a água como um homem perdido no deserto.
Dançar a música da vida
como se seu corpo e sua alma fossem
os instrumentos dessa música!
Afinal, se você romper as grades da gaiola,
mas não bater as asas para valer,
jamais poderá voar de verdade!
quinta-feira, 31 de março de 2011
Hey You -- Ei Você
Hey You
Pink Floyd
Hey You
Ei você
segunda-feira, 7 de março de 2011
E o Pierrot, chora!

“Um pierrô apaixonado
Que vivia só cantando
Por causa de uma colombina
Acabou chorando, acabou chorando…
Um grande amor tem sempre um triste fim
Com o pierrô aconteceu assim…”
(Noel Rosa & Heitor dos Prazeres, 1935)
Pierrot é uma personagem tipo de mimo e da Commedia dell’Arte, uma variação Francesa do Pedrolino Italiano. Na França do século XIX ele foi batizado como Pierrot, e assim ganhou o mundo. O seu caráter é aquele de um palhaço triste, apaixonado pela Colombina, que inevitavelmente lhe parte o coração e o deixa pelo Arlequim. O mais pobre dos personagens serviçais, vestia roupas feitas de sacos de farinha, tinha o rosto pintado de branco e originalmente não usava máscara. É tradicionalmente representado usando roupas largas e brancas, por vezes metade pretas, cara branca e uma lágrima desenhada abaixo dos olhos. A característica principal do seu comportamento é a sua ingenuidade, e é visto como um bobo, sendo sempre o alvo de piadas, mas mesmo assim continua a confiar nas pessoas. Não foi à toa que sua atitude, sua vestimenta e sua maquiagem influenciaram todos os palhaços de circo. Pierrot também é representado como sendo lunático, distante e inconsciente da realidade. Tipifica a idealização do amor; um amor sonhador e ingênuo.